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E-mail Creative that Works

Postado por Fabiano Coura em 15/10/06 as 08h18

Bill Nussey, CEO, Silverpop

Uma oferta funciona melhor na área superior ou na área inferior de um e-mail? Inserir o nome da empresa na linha de assunto aumenta a taxa de abertura dos e-mails? Essas são algumas das técnicas abordadas nessa palestra, com a apresentação de uma recente pesquisa conduzida pela própria Silverpop.

Em geral, boas iniciativas de e-mail marketing combinam call-to-action (ou oferta) relevante, um belo design e o timming mais apropriado para o envio, na tentativa de abordar os clientes nos momentos em que eles estiverem “prontos para comprar”. Isso nós já sabemos, certo? Até porque, antes de sermos publicitários, somos consumidores. Vou abordar apenas dois pontos que achei mais importantes, mas se você tiver interesse em ver outros detalhes da pesquisa apresentada, poderá baixá-la integralmente aqui.

Primeiro ponto: ter a imagem de sua marca associada a prática de spam já não é mais uma preocupação das empresas (pelo menos das mais sérias). Todas elas já absorveram o código de ética e estão usando muito bem o bom senso na construção das suas listas opt-in. O desafio de hoje em dia é a entrega! Antes de chegar até sua caixa de entrada, o e-mail enviado passa pelos filtros de spam dos próprios provedores (cada um com sua própria solução) e é aí que a sua mensagem pode ser barrada. É importante lembrar que esses filtros são inteligentes e muitas vezes usam o próprio feedback dos usuários para “aprender” e definir se aquele remetente é um adepto do spam (famoso botãozinho “report as spam” presentes hoje na maioria dos webmails). Algumas empresas americanas estão ganhando dinheiro com a venda de black lists de empresas que praticam spam e também com consultorias especializadas para driblar esses filtros dos provedores.

Segundo ponto: ficamos na maior parte das vezes preocupados com a própria peça do e-mail, ignorando o fato de que a peça NÃO tem seu fim em si mesma, e perdemos uma grande oportunidade de pensar além, de tentar interferir nos demais comportamentos de consideração para garantir a conversão da venda. Para onde você levaria os cliques de e-mail de uma campanha de um dos nossos clientes? Para a confusa e poluída home-page do site dele ou para um ambiente em que o diálogo possa fluir e que a consideração anterior a venda possa acontecer? O engajamento começa no momento do clique e não pode ser interrompido! Aqui nos Estados Unidos já é muito comum a prática de campanhas de e-mail marketing com otimização de “landing pages”, que são essas páginas (ou até micro sites) elaboradas para tratar os cliques das campanhas (entendendo que muitas vezes um clique não significa que o cliente está imediatamente pronto para comprar). Temos aqui uma grande oportunidade de oferecer aos nossos clientes soluções mais completas e aprendermos juntos com eles!

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