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O que está por trás do melhor trabalho do mundo?

Postado por Fabiano Coura em 23/06/09 as 08h24

A CummisNitro tá levando um monte de prêmios aqui com o projeto “Best job of the World”. Como você muito possivelmente já conhece o case, resolvi escrever um pouco sobre uma reflexão que estava fazendo sobre o porquê desse case ser tão DUCA. A conclusão mais óbvia é a de que talvez essa tenha sido verdadeiramente a primeira campanha completamente baseada em PR e Internet [não estou falando de filminhos virais ou fenômenos da mídia] que foi conhecida realmente em um nível global. Sua estratégia está absolutamente em linha com o que de fato funciona hoje em dia em termos de comunicação e também faz o melhor uso possível de cada canal para amplificar a mensagem da campanha e o engajamento das pessoas com o projeto [aka engagement planning]. Mas mais do que isso, a campanha está completamente focada em uma necessidade humana evidente e, ao mesmo tempo, sub aproveitada quando o assunto é VENDER: as pessoas querem ser felizes PELO AMOR DE DEUS. Pense um pouco sobre isso. Pense porque você gostaria de ter o “melhor trabalho do mundo”? After all, não é porque você quer fugir da vida das grandes capitais. É por que você quer ser feliz. PONTO. Veja que todas as conversas geradas em torno desse projeto, tanto no mundo online, quanto no offline, estão baseadas nessa idéia central, ou seja, na capacidade que a agência teve de explorar essa que é a maior de todas as necessidades humanas. O trabalho oferecido na Ilha Hamilton representa tudo o que muitas das pessoas querem ter em sua vida: sorte, liberdade, tranqüilidade, luxo, paz, tempo, natureza... Você pode listar mais um monte deles aqui. E, obviamente, todas elas somam para o produto final: FELICIDADE. Portanto, se você quer ser feliz também em sua profissão, explore a criação de conteúdos, serviços agregados através da comunicação ou entretenimento para ajudar seus consumidores a encontrarem a tão sonhada felicidade.
Por fim, se você ainda não conhece o case, veja o filme abaixo e acompanhe o dia-a-dia do “infeliz” vencedor da competição nesse blog aqui.

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